Segurança e conformidade
Dados sensíveis exigem controle real.
Digitalizar documentos de saúde é, antes de tudo, uma decisão de governança. O projeto define quem acessa, o que é registrado, como o conteúdo é armazenado e como a instituição comprova o que aconteceu com cada documento.
Controle de acesso
- Permissões por usuário e perfil
- Autenticação de usuários
- Acesso segmentado por unidade ou tipo documental
Rastreabilidade
- Registro de acessos
- Logs de atividade
- Trilhas de auditoria por data, hora e usuário
Proteção da informação
- Criptografia
- Armazenamento controlado
- Políticas de retenção definidas com a instituição
Autenticidade e integridade
- Geração em PDF/A
- Assinatura digital com certificação ICP-Brasil
- Auditoria de imagem e legibilidade
Infraestrutura e governança
Do documento ao registro de acesso.
Cada camada do projeto — operação documental, plataforma e infraestrutura — contribui para que o acervo digital seja acessado apenas por quem deve, com registro do que foi feito.
- 1Documento digitalizado e indexado com controle de qualidade
- 2Armazenamento em ambiente definido com a instituição
- 3Acesso liberado conforme perfil e permissão
- 4Atividade registrada em log e trilha de auditoria

Referências normativas
Requisitos aplicáveis à digitalização documental.
As referências abaixo orientam o desenho do projeto. A aplicação concreta depende do tipo documental e das políticas da instituição.
LGPD — Lei nº 13.709/2018
Documentos de saúde envolvem dados pessoais sensíveis. O projeto considera controle de acesso, registro de atividades e definição de responsabilidades sobre o tratamento.
Lei nº 13.787/2018
Dispõe sobre a digitalização e a utilização de sistemas informatizados para a guarda, o armazenamento e o manuseio de prontuário de paciente.
Decreto nº 10.278/2020
Estabelece requisitos técnicos para a digitalização de documentos, incluindo aspectos de integridade, autenticidade e metadados.
